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Ficha de Vingance

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Ficha de Vingance

Mensagem por Kahz V. Horl em Sab 27 Abr - 18:40


Liberdade a França!!

This is my story


Nome: Khaz Vingance Horl
Codinome: Vingance ( Também conhecido como Khaz ou Horl, tanto faz. ).
Idade: Aparenta ter 18, mais sua idade não pode ser calculada pelos números humanos.
Grupo: Herói
Espécie: Alienígena
Aparência do personagem: Indefinida, afinal ninguém nunca viu seu rosto ou quaisquer parte de seu corpo, sem que esteja coberto por suas vestes.
Psicológico do personagem: Psicopata, Sanguinário, Frio, Inteligente, consegue sair de quaisquer situação com “estilo” e de vez enquanto usa seu “péssimo” sarcasmo para tornar o dia um pouco mais feliz.
Poderes/Habilidades Sobre-humanas:

Controle dos elementos Naturais (Fogo/ Água / Terra / Raio / Vento), Velocidade, Força, Agilidade sobre-humana, Super Inteligência, Manipulação de Energia Cósmica.

Descrição de Poderes:

- Controle dos Elementos Naturais – Vingance tem uma forte ligação com os elementos naturais, apesar de não pertencer ao planeta terra, em sua terra natal os habitantes eram dotados de alguns poderes, porém nascer uma criança que controla os cinco elementos naturais era incrível. Vingance pode controlar os poderes com a mente.

- Velocidade – Vingance tem sua velocidade aprimorada, podendo percorrer longas distância em segundos, tal qual a sua velocidade pode ser comparada ao um “tele porte” só que é apenas um engano. Em algumas ocasiões pode atingir a velocidade da luz.

- Força – Vingance herdou esse poder de sua linhagem familiar, muitos em seu planeta era dotado de super. Força e logo nascer com esse dom já não era tão raro, porém é bastante útil. Sua força é uma das habilidades mais notáveis e de perfeito manuseio do tal.

- Agilidade - Vingance herdou esse poder de sua linhagem familiar, igual a “Super. força”. Outra habilidade que é muito comum dentre os habitantes de seu planeta, todos eram ágeis a ponto que poderiam matar qualquer ser sem um mínimo ruído, mas é claro que para evitar grandes catástrofes os “Reis” de seu mundo dividiram seus reinos e cada um impôs suas regras.

- Inteligência – Vingance é dotado de uma capacidade de saber imensa, tal qual não pode ser calculada pelos valores humanos “QI”. Gênio não é uma palavra que o defina bem, afinal sua capacidade de saber está acima de qualquer ser.


- Manipulação de Energia Cósmica - Habilidade de manipular os elementos cósmicos do universo, incluindo nebulosas, raios e radiação cósmica, partículas subatômicas, capacidade de fazer explosões, incêndios e campos de magnéticos. É possível criar atmosferas, luzes fortíssimas e absorver a energia de estrelas e raios.


Equipamentos: Algumas facas “explosivas” agarradas às vestes e um tridente ( porém, nunca foi visto )

Fraquezas:

- Esperança: Vingance é dotado de muitos dons, porém o seu maior defeito é sua própria esperança. Este acredita que algum dia tudo dará certo, que seus planos nunca falharam, que ainda há um sobrevivente de sua raça, perdido entre os espaços, que algum dia a humanidade não adotará mais a violência em seu legado. Resumidamente, sua esperança é sua maior "derrota", acreditando em coisas que são quase impossíveis de alcançar.

Afiliações: Desconhecido, sempre foi visto sozinho e principalmente no escuro.

História:

- Olá, Lilian – Disse uma voz estranha vinda da janela, que estava escancarada até o momento.
- Vingance... – Disse Lilian escrevendo algo sobre a escrivaninha e ao lado estava sua xícara de café, próxima ao buque de flores com um cartão que dissera “De uma pessoa especial, para uma pessoa especial” – Sabe que esse é seu último trabalho pra mim não sabe? – Continuou a mesma sarcasticamente. -...
- Sei... – Interrompeu Vingance – E logo presumo que o trabalho seja algo que realmente requer a minha atenção, correto?
- Sim é Algo que requer sua atenção, só que dessa vez será algo diferente. – Disse Lilian enquanto degustava de seu café. – Eu mandei uma carta para o Imperador, Napoleão Bonaparte, e logo preciso que você dê um jeito que ele seja derrotado no ataque contra a Rússia e logo após, você poderia tira-lo de seu cargo atual, afinal não tem porque um Militar ficar no comando de um país sendo que ele já comanda seu próprio exército.
- Lilian, não quero ir contra minhas tarefas, mas... A derrota de Napoleão contra a Rússia, eu não poderei fazer absolutamente nada, afinal sua derrota é inevitável. – Disse Vingance enquanto limpava sua máscara com um pano úmido. – Já ouviu falar do Inverno da Rússia?
- Mais é claro que já ouvi quem nunca ouviu?
- Napoleão – Responde Vingance – Afinal, porque atacar a Rússia sendo que estamos no inverno? Não sei se é minha arrogância mais será que ele não sabe o tamanho da Rússia?
- Você sabe o tamanho da Rússia?
- Não. – Afirmou Vingance. – Mais não é certo sair invadindo esses países da Europa. – Enxugou algumas partes de suas vestes e continuou a dizer. – Bom eu presumo que ele saíra amanhã de manhã com sua tropa e logo sua carta não chegara a tempo nos aposentos do tal.
- Então nesse caso espero, vá e entregue a carta você mesmo ao imperador. – Ordenou Lílian enquanto virava-se e via as vestes do tal toda fustigada
Vingance jogou-se para trás e logo desapareceu noite adentro. Andando pelas ruas da maravilhosa França, mais especificamente Paris, o mesmo procurou o estabelecimento onde iriam as cartas, andando por provavelmente doze minutos, o mesmo encontrou o estabelecimento e logo o mesmo estava fechado, porém logo a porta a esquerda a Vingance abriu-se em um rangido inquietante e o tal escondeu-se próximo ao lixo que ali habitava, enquanto alguns trabalhadores saiam e iam seguindo seu rumo, Vingance observou que o individuo que abrira a porta estava com dificuldades para fechar a mesma e logo que a rua se tornou deserta, o mesmo saiu em meio às sombras do lixão e simplesmente deu um soco no ombro do individuo, que sem reações abaixou-se, queixando-se da dor e logo Vingance segurou a cabeça do mesmo e bateu na porta, desmaiando sua vítima. O ruído causado pelo impacto da cabeça do trabalhador na porta foi muito grande, tanto que chamou atenção de alguns moradores da rua e foram à janela para olhar o que estava acontecendo, porém Vingance simplesmente abriu a porta, pegou a chave, arrastou o corpo do tal para dentro do estabelecimento e trancou a porta, sem fazer ruído algum.
O estabelecimento era enorme e Vingance estava em um corredor que no final deste tinha uma porta de ferro que parecia estar trancada, provavelmente era aquela porta que deveria estar às cartas, afinal é a única porta e também o barulho de máquina trabalhando que vinha daquela devida porta era horrível. A passos cautelosos o mesmo foi andando, enquanto mantinha seu olhar fixo a porta de que iria entrar, em meio ao caminho este soltou o corpo que simplesmente bateu sobre o chão e fez um pequeno ruído que ecoou pelo corredor. Chegando a porta o mesmo girou a maçaneta para ter certeza de que estava fechada e simplesmente deu um único soco na porta e ela literalmente voou, indo de encontro a uma caixa que estava próximo a máquina barulhenta, quebrando-a e revelando o que havia dentro da caixa, que era algumas garrafas de vinho, não demorou muito tempo até que o tal começasse a vasculhar o local em busca da devida carta. Era tarde da noite quando o mesmo achou a carta, estava exatamente em cima do balcão, perto a caixa registradora. Vingance ouviu um ruído vindo do corredor e logo descobriu que o trabalhador havia acordado e simplesmente tirou uma de suas facas explosivas dentre as vestes e tacou próximo á maquina o barulho da tal era totalmente desagradável. Uma a porta que dava a saída do estabelecimento bateu e logo Vingance havia sido descoberto, provavelmente o trabalhador lembrou-se do que havia acontecido e foi pedir ajuda. Rapidamente Vingance correu para fora e logo que abriu a porta, simplesmente usou sua velocidade para se locomover aos telhados da casa e logo após alguns segundos o estabelecimento explodira e logo os olhos da multidão voltaram-se para a fumaça que manchava os céus, em poucos segundos a rua, onde tudo ocorrera estava lotada de curiosos e novamente Vingance desapareceu sobre o luar.

Visitando o Inimigo


Vingance percorreu alguns quilómetros até chegar até chegar á cidade de Versalhes, mais precisamente ao Palácio de Versalhes, morada de Napoleão Bonaparte. Vingance observou um grupo de militares que estavam a vigiar a casa, então o mesmo arquitetou seu plano para entrar no castelo. Normalmente em seus planos não era necessária á morte dos inimigos, porém, neste a exceção era muito grande.
Vingance discretamente esgueirou-se entre as gramíneas, à escuridão ajudou-o a manter seu sigilo enquanto passava lentamente deitado sobre as gramas. Uma esquadra de guarda estava em frente à porta, mas este sabia que entrar pela porta da frente era suicídio, afinal deveria haver mais homens dentro da casa. Eram provavelmente nove militares, altamente armados e olhando a frente, felizmente dava para passar sem ser visto, era só continuar agachado e mover lentamente até as arvores de lá era só seguir até a parte lateral do castelo, onde poderia escalar sem ser visto. Vingance concluiu seu objetivo inicial, chegou até as árvores e simplesmente dirigiu-se para a parte lateral do Palácio, concluindo assim seu segundo objetivo. Escalar o Palácio já não ia ser uma grande dificuldade, afinal dava para subir por algumas estreitas falhas do Engenheiro que projetara o Palácio. Quando alcançou o topo simplesmente agachou-se e lentamente foi seguindo até o quarto de Napoleão, que era até então era um mistério.
Vingance desceu do telhado e simplesmente entrou em uma das janelas que estava aberta e logo que ouviu ruídos correu para debaixo da cama e entre as dobras do lençol que chegavam aos chãos observou o que estava acontecendo, era a Imperatriz Josefina trocando sua roupa, provavelmente ela iria colocar algo especial para dormir ao lado de seu marido, que é o que normalmente o que uma esposa faria. O quarto a luz de velas estava impecável de limpo e logo que a Imperatriz deitou-se na cama, Vingance simplesmente rolou para fora da mesma e aproveitou para ir discretamente até a porta, tudo estava saindo perfeitamente como combinado, porém um soldado subia as escadas segurando uma vela em mãos e iluminava o corredor, simplesmente para facilitar a “ronda” de segurança. Vingance locomóvel para até o corredor à frente e agachou-se nas encostas da parede, logo que o soldado passou o mesmo levantou segurou sua mão esquerda para que a vela não caísse, e incendiasse o Palácio e em seguida com sua outra mão deu um soco na garganta do soldado, então com a mesma mão puxou entre as dobras de suas vestes uma faca e assim cravou-a na cabeça do soldado, simplesmente tirou a vela de suas mãos e deixou seu corpo sem vida tocar o lindo carpete vermelho, então, em seguida arrastou-o até o final do corredor, deixando-o lá.
Vingance com a devida luminosidade da vela, simplesmente andou até o último corredor, onde provavelmente era o quarto do Imperador, afinal a porta mais enfeitada e chamativa era aquela, logo tocou a porta cautelosamente, para que não chamasse a atenção de outros guardas. Napoleão abriu-a agressivamente e com um olhar um tanto nervoso, porém quando olhou na mascara do homem que estava á porta, sua expressão tornou-se pânico. Vingance acertou-lhe com um único soco na região do rosto, em um ponto específico, e o mesmo desmaiou, em seguida Vingance seguiu até o armário onde deixou a vela. O quarto estava lotado de velas, Vingance pegou o corpo de Napoleão, que estava no chão e jogou-o sobre a cama, assim em seguida fechou a porta, para que não fosse descoberto, e colocou a carta sobre a barriga de Napoleão e simplesmente puxou seu cartão de visita que lia-se “Vingance deixa recordações.”, jogou-o sobre o tapete e s abriu a janela a brisa levemente fria tocou sua máscara, deixando o quarto um tanto “frio” e logo Vingance pulou para fora da janela, desaparecendo, novamente com “estilo”.
Saiu tudo como planejado?


Vingance apareceu à janela de Lilian, que estava escancarada novamente e o mesmo pairou sobre esta para examinar as situações futuras que iria passar.
- Tudo saiu como planejado? – Disse Lilian deitada sobre a cama, vestindo uma roupa pouco comum e apenas seu rosto iluminado pela única vela, próxima ao seu armário.
- Receio que sim! – Disse Vingance visualizando a linda mulher deitada. – Só não asseguro que não encontrem o corpo do soldado no fim do corredor. Espero que não seja um susto tão grande!
- Mais como você em meio a uma missão, deixa um corpo em plena vista? – Perguntou Lilian, mudando seu tom de voz e levantando seu corpo, sentando com as pernas cruzadas sobre a cama.
- Não foi um erro de cálculo meu... – Disse Vingance tentando amenizar seu tom de voz, afinal já era tarde da noite e o que ele menos precisava era ser notado por alguém da rua. – Simplesmente deixei sua carta, minhas recordações e um corpo para lembrarem-se de que podem perder muitos mais soldados em guerra, disso eu tenho absoluta certeza. – Continuou o mesmo enquanto tomava cuidado para montar uma frase bem elaborada. – Se eles forem inteligentes, e receio que não são inteligentes, o corpo estava próximo à janela no fim do corredor, a janela estava meio aberta e o clima lá fora era frio e nevava um pouco, quando encontrarem o corpo de manhã provavelmente ele esteja todo coberto por uma camada de neve e logo presumo que se lembrarão do inverno da Rússia. Aproveitando para falar sobre isso, seus cálculos foram totalmente errados, ele não vai invadir a Rússia, amanhã, estaria um pouco óbvio demais. Quando ele e suas tropas voltaram de Portugal, ele suspeitava que a Família real portuguesa houvesse fugido para a Inglaterra e logo acredito que ele irá invadir a Rússia daqui a poucos dias, afinal se a França ampliar seus domínios não terá como derrota-la mais, ela se tornara o “império” mais forte do século, deixando Inglaterra para trás.
- Mais a Inglaterra é mais forte em tropas navais. – Disse Lilian. – Isso é fato, tanto que a França perdeu na Batalha de Trafalgar, em 1805.
- Lilian você não compreendeu? Não tem porque lutar se o seu território é mais forte, maior e explorável. Não tem porque expandir território sendo que já conquistaram a Rússia, além do mais o exército francês, seria o melhor exército solo. Expansão do territorial? Bobagem, se as duas superpotências se unirem não tem como ninguém detê-los... Mais a ambição leva até os homens mais inteligentes a simples bobos ignorantes.
- Você pode estar correto! Mas, ainda sim não pode sair criticando tudo...
- Não estou criticando. – Rebateu Vingance. – Estou apenas contando o que irá acontecer. A França vai perder e irá sofrer uma invasão e Napoleão irá perder seu cargo, ou melhor, será preso... Só não posso imaginar o local ainda.
- Presumo que você saiba o que irá acontecer no fim disso tudo, correto? – Disse Lilian amenizando sua voz e olhando melancolicamente para a única vela acessa do quarto.
- Sim eu sei, mas temo o que irei dizer... – Disse Vingance, enquanto abaixava sua cabeça olhando para seus sapatos farrapados e sujos de lama. – Terei de lhe matar.
- Finalmente percebo um sentimento em você – Disse Lilian surpresa e ao mesmo tempo triste, por sua morte está a um passo de distância. – Estou surpresa, agora sinto que já vi de tudo nessa vida.
- Eu sabia que teria de lhe matar. Só não esperava que você me pedisse isso... – Disse Vingance ainda com a cabeça baixa e com suas luvas sujas tentava limpar o sapato.
Uma leve brisa adentrou a janela e apagou a única vela acessa e todos do quarto ficaram em silêncio por alguns minutos, até que... Ouviram barulhos das tropas de Napoleão mexendo-se aos montes e Vingance se virou a janela para olhar a direção aonde iriam, é, estava tudo saindo como planejado. A tropa seguia em direção ao Palácio de Versalhes, onde iriam encontrar o resto do exército e seu imperador.
- Eu tenho que ir, não poderei sentir o conforto de sua incrível presença novamente. – Disse Vingance enquanto se virara para pular e desaparecer do local.
Lilian acendeu a vela do quarto e rapidamente levantou da cama, logo que Vingance se preparava para pular, ela segurou sua mão e puxou-o para dentro do quarto, chamando sua atenção para ela. Lilian retirou um único broche que segurava seu vestido, logo permitindo que suas roupas caíssem no chão revelando seu lindo corpo, porém, Vingance simplesmente virou-se para vislumbrar a lua.
- Desculpe-me. Você é realmente linda. – Disse Vingance enquanto ainda vislumbrava a lua cheia. - Mais eu não sou bom o bastante para ficar ao seu lado por uma única noite.
Lilian soltou a mão do tal e observou enquanto o mesmo pulava da janela e desaparecia.

Napoleão abdica do trono.


Napoleão e seus homens retornavam a França, todos estavam exaustos e muitos carregavam os corpos de seus amigos, irmãos, familiares, perdidos durante a invasão a Rússia, tudo saia como planejado, porém Vingance sabia que quando mais seu plano avançasse, mais os dias de Lilian viva diminuíam. Enquanto isso o golpe de estado era erguido pelo General Malet, apoiado por setores descontentes da burguesia e parte da antiga nobreza francesa que estavam descontentes com o império de Napoleão, porém Napoleão não foi expulso do trono, ainda, ele conseguiu reverter à situação prometendo novamente leis rígidas e impostos mais baixos, prometendo o que o povo “queria”, mas, era simplesmente para que o mesmo não saísse do poder, ele estava manipulando a cabeça do povo ao seu favor, assim como fazia como exército.

Passaram-se exatos um ano e Napoleão depois de sua derrota na “Batalha das Nações” como ficou conhecido a guerra em que o Império Russo, Reino da Prússia, Império Austríaco, Suécia e Reino da Saxônia. Depois da derrota vergonhosa Napoleão Bonaparte Abdica pela primeira vez do trono da França e logo sua prisão era decretada, porém seu cargo de “Imperador” era mantido e ainda ganhara 2000 francos de pensão, porém, seu exílio já era mais que suficiente para que sua missão fosse completa, a essa altura do “campeonato” Napoleão deveria ser morto para que França seja novamente reconhecida.

A Volta de Napoleão ao poder.


Vingance naquele dia estava sentado sobre os telhados de uma casa, enquanto observara a rua e logo que deitou-se para olhar as nuvens, ouviu que Napoleão havia voltado ao trono, simplesmente ele ouviu alguns curiosos comentarem na rua, e então logo o mesmo deduziu que a Europa coligada estaria já sabendo disso, e iria confrontar Napoleão novamente, só que os erros do passado seriam corrigidos nessa guerra, a morte de Napoleão ou sua derrota vergonhosa seria reconhecida por todo mundo, todo o mundo deveria saber que o Império Francês tornou-se inútil. Com essa guerra o povo da França seria finalmente libertado do Império Napoleônico.
- A essa altura do campeonato Luís XVIII já deve ter fugido de Paris. – Disse Vingance para si mesmo.

Passaram-se alguns dias e Vingance voltara à casa de Lilian para que sua missão esteja finalmente terminada.
O mesmo apareceu novamente sobre as janelas escancaradas da moça e logo observou uma lágrima em seu rosto, a mesma assustou-se ao ver Vingance silencioso e com a cabeça baixa em forma a demonstrar respeito à mesma.
- Receio que está aqui para concluir a missão, correto? – Disse Lilian, em meio aos soluços que seu choro causara.
- Correto... – Disse Vingance enquanto observava a cama desleixada e suja. – Acabei de mudar o rumo de minha missão, a morte de Napoleão estará próxima, um amigo meu está planejando isso por mim e descobri algumas coisas significativas que ajudarão a morte do tal.
- Eu já não quero saber mais de seus planos! Afinal, não estarei aqui para parabeniza-lo. – Disse Lilian limpando as lágrimas de seu rosto.
Vingance puxou uma faca explosiva entre suas vestes, desceu da janela, aproximando-se lentamente de Lilian, e simplesmente quando chegou perto o suficiente para dar o golpe final, fez um corte superficial em seu braço esquerdo e logo tirou um pequeno pedaço de pano de sua roupa e tacou contra a parada, logo em seguida empurrou Lilian para do quarto e suas últimas palavras antes de fechar a porta foram:
- Eu preciso de você viva, só assim sentirei que minha morte não foi em vão. – Disse o mesmo enquanto batia a porta e esperava sua morte.
Poucos minutos depois, enquanto Lilian descia as escadas desesperada e chorando pela morte de seu “amigo” mais leal, o quarto veio a explodir. Lilian desceu correndo e logo que saiu voltou seus olhos para onde estará seu quarto em chamas... Quando olhou um pouco a esquerda observou que um homem estava de pé sobre um telhado e logo que a luz do luar revelou sua máscara, uma resposta de que Vingance não estava “totalmente” morto e logo o mesmo tirou sua máscara, revelando seus olhos totalmente azuis, foram apenas seus olhos revelados e logo tacou a máscara contra o vento, e esta descia lentamente até parar nas mãos de Lilian. Uma pequena fumaça saia da tal e quando a mesma parou para observa-la simplesmente leu-se “De uma pessoa especial, para uma pessoa especial”.
- Vida longa a França... – As últimas palavras de Vingance, enquanto Lilian observara seu corpo desaparecendo aos poucos.
- E assim acabou a história crianças. – Disse Lilian emocionada, lembrando-se dos momentos de terror e tão alegria que presenciara.






OBSERVAÇÕES

1° - Perceberam que o "Vingance" não tem história correto? Isso é como ele ficou conhecido e tornou-se a uma lenda.
2° - Napoleão abdicou o trono pela segunda vez 1815, quando perde a batalha de Waterloo.
3° - Napoleão foi preso e exilado na Ilha de Santa Helena, na costa da África, em 15 de outro de 1815.
4° - A causa da Morte da Napoleão não é confirmada, porém segundo "Lilian", afinal foi ela que em o matou. Segundo Lilian Napoleão foi morto por um veneno chamado Arsêneo, um veneno da época.
5° - Porém, muito tempo depois que um grupo de historiadores resolveram estudar, descobriram que ele pode ter morrido de câncer, envenenado ou sofrendo de uma doença chamada Sífilis.
6° - Está é a parte que vocês perguntam, "como Lilian envenenou?" A resposta é simples. Lilian era uma médica da França, provavelmente a melhor da época, quando descobriram que Napoleão Bonaparte tinha câncer no estômago, Lilian simplesmente mandou uma carta com "a cura" para Bonaparte que na verdade era o veneno, que ele tomou durante muito tempo.
7° - Nessa hora vocês perguntam, "Mais Vingance disse que ele enviou um amigo confiável para matar Napoleão, certo?" Mais que óbvio, agora eu respondo, quem era o único amigo(a) de Vingance? Lilian e logo tudo fazia parte de seus planos.
8° - A última parte pode ter sido apenas uma ilusão de Lilian.
9° - Não foi possível revelar todos os poderes do tal na história, se não o mesmo poderia ser descoberto e se pego "tratado" como um bruxo e jogado a uma fogueira, assim este revelaria que é um alienígena, afinal ele não queimaria.








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Re: Ficha de Vingance

Mensagem por Rodolpho Einstein em Sab 27 Abr - 19:17


Ficha Aceita e Movida! Bom Jogo, Vingance.

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Rodolpho Davis Einstein
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